terça-feira, 15 de maio de 2012

Caminhada Evolutiva


Por: Aline Schulz

Faz algum tempo, em meu trabalho como Terapeuta Holística e principalmente como buscadora da reforma íntima e consciência espiritual, que tenho percebido na prática que o universo se mostra de uma maneira muito semelhante. E isso, para todas as pessoas que estão se abrindo nessa caminhada evolutiva de consciência e despertar.

São alguns sinais do universo que tem se mostrado muito claro, como se fossem etapas que precisam ser compreendidas para que essa caminhada aconteça com mais naturalidade.

A idéia desse texto é estimular você a refletir se está em algum desses estágios, ou ainda, já percebeu alguns desses movimentos em sua vida.

1º Sentimento de vazio. Muito mais perguntas do que respostas. Presença da dor e do sofrimento. Sensação de estar só e vivendo no piloto automático: de casa para o trabalho e vice-versa. Um sentimento de não saber o que está fazendo aqui nesta existência.

2º Fatos com coincidências que te levam ao sincronismo de encontrar pessoas que te levam as palestras e cursos. Alcançam-te literaturas, ou simplesmente elas caem em seu colo. Caminhos se mostram lhe trazendo a perspectiva: Não estou louco! Há pessoas como eu, que falam a mesma linguagem. Ufa, não estou sozinho.

3º Fascínio - fanatismo - cegueira espiritual - o ápice. Se nós nos encontramos, nos convencemos, é porque fomos tocados pela espiritualidade. E isso, de dentro para fora. Não queira convencer as pessoas na base da força, principalmente quando elas não estão no mesmo ponto de vista que o seu.

4º Declínio - desilusão - o não compartilhar das mesmas percepções as pessoas com quem convivemos, amigos e familiares. É preciso aceitar as pessoas do jeito que elas são. Amá-las incondicionalmente, estendendo-lhes a compaixão por perceber o quanto a ignorância lhes deixa cegos para nosso verdadeiro propósito aqui.

5º Aprendendo a filtrar. Separar o que serve e o que não serve colocar no lixo. Sem julgamento, apenas separando o joio do trigo. Aprender que nossas verdades não são universais e que por isso, jamais podemos generalizar a tudo e todos.

6º Trazer a teoria para o cotidiano. Maior sábio não é aquele que mais sabe, mas aquele que põe em prática o que sabe. É preciso equilibrar nossos 04 pilares que nos sustentam: espiritual, mental, emocional e físico. Normalmente um deles está em destaque perante aos demais. É preciso nivelá-los, isso é o caminho do meio, nem 08 ou 80.

7º Mudar os pensamentos, nossos atos e atitudes reconhecendo nossos vícios emocionais (reclamação, vitimização...). Somos seres que facilmente cedemos aos nossos impulsos, sem antes pararmos para refletir. Quanto mais cedemos, mais corriqueiros se tornam estes atos e atitudes, até o momento, que sem percebermos, os naturalizamos em nossas vidas.

8º Orai e vigiai. O céu e o inferno coexistem aqui e agora. Você muda, o mundo muda ao seu redor e isso sem elas de fato mudarem. Você as vê de outra forma. Você identifica os gatilhos que estão presentes em situações e pessoas ao seu redor, observando quais os padrões emoções que se repetem de tempos em tempos. Esses códigos é que atraem as pessoas até nós, mostrando nossos reais motivos da nossa encarnação.

9º Mantendo o equilíbrio. Um "Ser" espiritual não tira férias. Nutra a sua alma lendo, frequentando cursos, palestras... Mantendo o foco e a coerência daquilo que você fala, você realmente faz. Aceitando o ser falível que há em você, portanto, por mais que você vigie, mesmo assim, não há garantias de que não irá enfrentar altos e baixos em sua vida. Porém, o importante não é cair, é querer ficar caído! Sempre teremos ajuda quando quisermos melhorar...

10º Postura de eterno aprendiz. Cultivar a humildade, estar atento, viver o hoje, fazer sempre a sua parte, confiar no plano divino regendo a sua vida com o propósito de fazer você evoluir. Questionar a tudo e a todos sempre com muito amor em seu coração.

11º Muito bom humor, força interior e entrega para trilhar um caminho que sempre nos traz o próximo assunto (pessoas, situações, emoções, sentimentos) a ser percebidos e curados. Estar sob missão do plano espiritual, tornando-se um multiplicador da semente do despertar da consciência pessoal e coletiva.

Por: Aline Schulz
Fale com Aline:
aline@luzdaserra.com.brhttp://www.luzdaserra.com.br/269/caminhada-evolutiva/

Fingindo que está tudo bem...


Fingindo que está tudo bem...

Já parou para refletir que fugir, ficar longe das pessoas não é sinônimo de se harmonizar com elas? Muitas vezes é se enganar. Fingir que os aceitamos independente de qualquer coisa.

Até que um belo dia uma situação se apresenta, lhe colocando a pessoa, a emoção/sentimento, cara a cara. A partir deste momento, nossa zona de conforto é mexida. O que constatamos popularmente ouvindo os seguintes chavões:
- Minha vida virou de pernas para o ar!
- Deus brigou comigo...
- Devo ter atirado uma pedra na cruz... Pior! Atirado um chiclete na cruz para merecer o que está acontecendo...
- Que saco! Parece que carrego um peso, um fardo comigo...

E tantas e tantas outras falas que de tanto ouvirmos se transformaram em um clichê em nossa vida.

Diante disso uma observação é necessária. Quantos absurdos hoje consideramos normal? A dor, o sofrimento, os atos e as atitudes imorais, a alienação, a violência, entre tantos que já tornamos algo aceitável.

Não!!!

Convido você a desnaturalizar suas emoções, seus pensamentos e suas atitudes voltadas ao negativismo, ao pessimismo... Enfim, suas, nossas inferioridades! E com isso, assumir de fato o compromisso de fazer a sua parte para se tornar uma pessoa melhor. E lembrando, você só pode se comparar consigo mesmo. Afinal, foi você quem nasceu. Você que tem essa combinação de inferioridades a serem sanadas. Lacunas seculares de aprendizados não ocorridos, e isso há muitas e muitas vidas passadas! Não perca esse foco!!!

Voltando ao tema do texto, fingir que estamos evoluindo diante de algumas pessoas/situações que nos afloram as emoções que viemos curar, aqui e agora.

Você já parou para se questionar como podemos nos enganar achando que estamos aprendendo com as pessoas e situações?

Segue a baixo alguns exemplos disso. Reflita sobre cada um que você se identificar...
- Não estar aberto para ouvir, perceber e mudar padrões de pensamento e comportamento;
- Achar que a sua verdade é eterna e serve para todos;
- Considerar-se vítima de uma ?conspiração? do universo e se valer da tristeza, da mágoa, da depressão, de emoções e sentimentos mais densos para não assumir a sua responsabilidade enquanto ponto de atração, que é o que somos;
- Reclamar, reclamar, reclamar e reclamar... Acorde. Reclamação = o que você não aprendeu! Aceite com humildade e inicie o processo de vigilância mental;
- Morar longe das pessoas que você não consegue se harmonizar de jeito nenhum...
- Achar que tem controle sobre tudo e todos;
- Considerar-se melhor do que o outro por conhecer, saber de informações que são ferramentas para melhorar, evoluir. Porém, negligentes no sentido de trazer esta informação para a prática, através da sua consciência despertada;
- Transferir a responsabilidade da sua felicidade para outra pessoa;
- Depositar o seu poder pessoal em outras pessoas, esperando que elas tomem a iniciativa e façam o que você deveria fazer;
- Trancar em si emoções que devem ser extravasadas, faladas com discernimento. E não como uma forma de lixo, depositado sobre qualquer ser vivo, humano, animal, vegetal...
- Querer ser humilde demais;
- Ajudar a todos, menos a si mesmo;
- Obsessão silenciosa através do comodismo, da preguiça, da passividade...
- Vícios emocionais como a raiva, os hábitos (optar por ficar vibrando nesta sintonia), a vingança, a fofoca, as intrigas, o falar de doenças, o sentir-se injustiçado, o julgamento, a inveja, o egoísmo, a cobrança, a culpa...
- Deixar de orar, se vigiar, proteger-se energeticamente, se auto-aplicar Reiki, de identificar gatilhos, de estudar, de ler, de desenvolver a sua espiritualidade;
- Ignorar suas percepções, os sinais do Universo (sincronismo, coincidências...) no seu cotidiano.
- Entre tantos outros, que se você parar para refletir irão surgir...

Agora, alguma ou algumas das alternativas a cima você se encaixou?

Hum... Está na hora de mudar algo em sua vida. A reforma íntima pede passagem. A sua evolução está em pauta. Afinal, sua missão é essa, aprender, ensinar, ajudar.

Tudo isso, sem perder o foco de primeiro você curar suas inferioridades (faça sua lista agora...), em segundo, se harmonizar com espíritos conflitantes (olha o por que da sua sogra, cunhado são como são...) e por terceiro, dar o bom exemplo (através de parcerias em ONG?s, Associações...).

Não perca o foco...
Seja honesto consigo mesmo, reconheça o que precisa ser melhorado e siga em frente.
A boa vontade é fundamental para termos paciência, deixarmos de ser preguiçosos e olharmos sempre da mesma forma tudo o que acontece a nossa volta ou conosco.

Como diria Calunga: Como vamos crescer se todos concordam com você? Lembre-se, os desafios são fundamentais, pois se não temos experiência não possuímos vivência. Diante disso, não existe errado ou certo, nem desvios, o que existe, são caminhos diferentes! E se você não fizer o que é dito por nós como errado, nunca saberá o que é certo. Olhando por este ângulo, o errado se torna certo.

Enfim, a vida não nos pune, ela nos transforma conforme dançamos ou não a sua dança. Os aprendizados que de fato nos conscientizamos ou fingimos internalizar. Em outras palavras, aprender pelo amor ou dor/sofrimento.

E quem decide sobre isso é... VOCÊ!

A vida não dá o que queremos, mas sim o que precisamos.

Reflita sobre isso...

Por: Aline Schulz - Terapeuta holística, palestrante, colunista do Portal Luz da Serra

O Yoga e a criança


Conheça os benefícios da prática desde a infância:

Criança precisa de movimento. Essa idéia é recorrente em muitos autores estudiosos do desenvolvimento infantil como Piaget, Wallon e, principalmente, autores da ciência do movimento humano, a psicomotricidade. Todos eles falam sobre a importância do corpo e de seus movimentos nas aprendizagens para a educação integral.

"A criança é o seu corpo" é a afirmação do psicomotricista Ajuriaguerra para esclarecer a unicidade corpo-mente. Não se trata, portanto, do corpo treinado mecanicamente nas atividades repetitivas de jogos competitivos em que o objetivo é a excelência do desempenho, mas do corpo que se movimenta para agir e expressar-se em presença das situações a que deve se ajustar.

E, atualmente, as crianças quase não se movimentam em brincadeiras e jogos como pular amarelinha, pular corda, rodar pião, pega-pega... Suas brincadeiras são, muitas vezes, os videogames, as conversas via Internet, os torpedos via celular.....

Então as escolas vivem cheias de crianças desajeitadas, que tropeçam, esbarram nos colegas, não conseguem seguir orientações de espaço, que seguram o lápis com força demasiada e, ao escrever, pressionam tão fortemente o lápis no papel que a marca do que escreveu é possível ser visualizada nas três, ou mais, folhas seguintes. São crianças que não viveram seu corpo.

O Hatha Yoga (Yoga significa união), em termos filosóficos, é aquele em que se praticam, com grande ênfase, alguns passos do Ashtanga Yoga,de Patânjali: os asanas (posturas psicofísicas energéticas), os pranayamas (exercício respiratórios) e o relaxamento, que são acompanhados de atitudes mentais favoráveis ao desenvolvimento da autoconsciência. Todos esses passos são vivenciados pela criança de modo muito lúdico, sem competitividade. Para que esse processo flua de modo que a criança se beneficie integralmente dessas atividades yóguicas, é aconselhável que seu professor-instrutor tenha uma visão holística que inclua conhecimentos razoáveis sobre o desenvolvimento psicofísico infantil, além, é claro, do domínio da filosofia e prática do Yoga.

A criança, praticante de Yoga, tem um desenvolvimento mais tranqüilo e harmonioso. Os asanas servem de instrumento para o domínio do corpo, estimulando glândulas, vitalizando o físico e revigorando o sistema nervoso, em um processo de respeito aos próprios limites, sem qualquer preocupação de competição com os outros praticantes. Os asanas ajudam as crianças em idade escolar no desenvolvimento da coordenação motora global e fina tão necessárias às atividades como a escrita, o recorte com tesoura, o manuseio de régua, compasso, por exemplo. Educam a postura psicofísica que permite sentar-se adequadamente nas carteiras, evitando dores musculares, e manter atenção às atividades propostas. Eles ativam a circulação sanguínea. Melhoram o sentido de equilíbrio, permitido um movimentar-se mais seguro e firme. Desenvolvem a noção de lateralidade, que permite à criança, por exemplo, em processo de aquisição de escrita, diferenciar p de q, d de b. Os asanas corrigem o peso do corpo e permitem a compreensão e observação dos processos e fenômenos corporais, melhorando a auto-imagem e a auto-estima tão necessárias aos escolares na convivência com seus pares.

Os pranayamas, exercícios respiratórios, melhoram as condições gerais desse aparelho, trabalhando a respiração correta, profunda contra asmas e disfonias, trazendo equilíbrio emocional, autoconfiança, disciplina e concentração.

Sabemos que as crianças são muito requisitadas atualmente pelo excesso, simultaneidade e rapidez das comunicações, principalmente visuais e auditivas e, por isso, apresentam grande dificuldade de concentração, questão apontada constantemente por seus professores.

A falta de equilíbrio emocional, de autoconfiança e de autodisciplina são fatores geradores de conflitos sérios no ambiente escolar. Os escolares não se entendem mutuamente e nem aos adultos, não sabem, muitas vezes, resolver questões sem usar de violência verbal ou, até mesmo, física e se expõem pouco afetiva e intelectualmente. Em uma situação escolar em que se constroem conhecimentos, atitudes e valores e que, portanto, o papel do aluno é daquele que age, ou melhor, que interage, equilíbrio emocional, concentração, autodisciplina e autoconfiança são fundamentais.

São por tais motivos que acreditamos que a prática do Yoga, que leva o homem a alcançar o maior desenvolvimento possível de sua personalidade através do controle do físico e da psique, pode e deve ser recomendada desde a infância. Por: Sandra Bortholoto

Professora de Yoga, pelo Instituto de Yogaterapia, pósgraduanda em Psicomotricidade na Educação pela FIJ, pósgraduada em Transdisciplinaridade em Educação, Saúde e Liderança pela FAVIM/UNIPAZ, pósgraduada em Técnicas de Tradução pela PUCCampinas, Pedagoga e professora aposentada de língua portuguesa. Atuou por mais de três décadas na educação formal, passando pela educação infantil ao ensino superior.

Dedica-se às aulas de Yoga para crianças e às pesquisas nessa área numa abordagem holística e participa do Curso para formação de professores de yoga para crianças, promovido pelo Yoga Com Histórias.

Fonte: http://www.yogacomhistorias.com.br/2009/website/exibe_txt.asp?titulo=artigos&conteudo_txt=779

REIKI E YOGA


A energia das mãos. Entenda como aliar as técnicas de Reiki à sua prática de Yoga

Por Thaís Harari

O Reiki é um método milenar de cura, um sistema de harmonização e recuperação energética que atua melhorando a saúde e a qualidade de vida. Foi descoberto no fim do século XIX, por um sacerdote cristão japonês, Mikao Usui (1865-1926), que passou muitos anos pesquisando sobre como Jesus e Buda eram capazes de curar.

Segundo Claudete França, presidente da Associação Brasileira de Reiki, Usui descobriu que poderia desbloquear os centros de energia do corpo - chakras - e alinhar uma pessoa a energia primordial, constituinte de todo o universo: Rei. Basicamente, o que a técnica faz é promover o encontro da Energia Universal com a nossa energia física, individual chamada Ki. Quem quiser aprender a aplicar o Reiki precisa passar por um processo de iniciação - também chamado de sintonização - em que os mestres aplicam mantras e símbolos para transmitir a energia ao aluno. Assim, ele se torna canal da energia universal e pode direcioná-la para zonas debilitadas do corpo, promovendo a cura. "Uma pessoa alinhada ao Reiki pode, não só tratar os outros, mas, efetivamente, tratar a si próprio", explica Claudete.

Tratamento

Claudete explica que os tratamentos com Reiki levam em torno de uma hora e meia. Diferente de uma massagem, a técnica não exige nenhuma manipulação de tecido ou músculo. O terapeuta posiciona as mãos em diferentes partes do corpo, geralmente começando pela cabeça e demora de quatro a cinco minutos em cada local. "É comum o paciente sentir a sensação de calor fluindo das mãos de quem esta aplicando. Muitas pessoas sentem um relaxamento profundo. Os que conhecem meditação dizem entrar em profundo estado meditativo. A mente acalma, a respiração diminui, um sentimento de bem-estar os envolve", afirma.

Qualquer um pode desfrutar dessa técnica de cura natural. O Reiki traz grandes benefícios mesmo para aqueles que não estão doentes, já que promove um estado de relaxamento e mantém a harmonia interna. Quem, por outro lado, sofre com algum tipo de desequilíbrio corporal, pode utilizar a técnica como tratamento. Indica-se um mínimo de quatro sessões, feitas em dias consecutivos, para tratar os desequilíbrios. Problemas crônicos, porém, podem exigir mais sessões, dependendo do paciente. O preço de uma sessão pode variar muito - entre R$ 30 e R$150 - dependendo do estado, da cidade ou mesmo do terapeuta.

Reiki e Yoga

Satyam é mestre em Reiki e massagista ayurvédica. Há cerca de três anos começou a praticar Yoga e afirma conseguir aliar a técnica de cura à prática cotidiana. "Durante asanas que exigem força, por exemplo, mentalizo o primeiro símbolo do Reiki. Os símbolos são compostos da união de mantras (sons energéticos) e yantras (desenhos energéticos) e funcionam como instrumentos captadores da energia universal, Rei. O Choku Rei é o primeiro dos símbolos do Reiki e o mais poderoso entre todos. Atua como um amplificador de energia e, quando o utilizamos durante a prática de asanas, dá mais força e proteção ao corpo," explica.

No caso de asanas que exigem grande flexibilidade, Satyam mentaliza o segundo símbolo do Reiki, também chamado de símbolo da harmonia. Este é capaz de transformar emoções negativas em positivas, além de trazer tranqüilidade e relaxamento ao corpo, aspectos importantes que ajudam na realização de asanas que trabalham o alongamento dos músculos.

Cada símbolo está associado também a uma cor característica. Satyam explica que visualizar uma cor envolvendo a parte do corpo que trabalhamos quando realizamos os asanas também pode ajudar a potencializar os benefícios da prática. "Imagino a cor azul envolvendo os membros que trabalham quando faço asanas que exigem flexibilidade, pois ajuda a relaxar.", conta.

Gyano, terapeuta no Centro de Yoga da Montanha e pioneiro na introdução do Reiki no Brasil, explica que aplicar a técnica de cura depois de uma aula de Yoga também pode ajudar a relaxar. "O Reiki vai atuar no campo energético que já foi potencializado pela aula de Yoga e melhorar assim os efeitos do relaxamento."

De acordo com Claudete, o Reiki combina com qualquer modalidade de Yoga e pode "realçar, expandir e aumentar a força de radiação interior e o despertar do processo de conscientização de uma pessoa". Sendo um método complementar, o Reiki pode trabalhar conjuntamente com qualquer outra técnica e promovendo o equilíbrio energético e a cura.

Fonte: Site da Revista Prana Yoga Journal
http://eyoga.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp?idMateria=1121&idCanal=4

terça-feira, 8 de maio de 2012

Por que somos infelizes no trabalho?




por:Cátia Bazzan

A vida adulta sempre foi dedicada ao trabalho. Desde a antiguidade, o homem precisava trabalhar para garantir sua sobrevivência, ou seja, trocar esforço por alimento ou outra coisa importante. Portanto trabalho sempre foi sinônimo de esforço.

Atualmente a sobrevivência ainda está remetida ao trabalho, mas a consciência com relação a ele já mudou, prova disso é a insatisfação e a falta de entusiasmo que paira dentro de cada pessoa que não conseguiu encontrar um caminho satisfatório para realizá-lo com plenitude.

O que se ouve é que o ser humano está farto de tanto trabalho e poucos retornos, mas ao mesmo tempo, sente sua necessidade. Repudia sua realidade, mas se conforma e espera o dia da aposentadoria para ter o conforto merecido e para disponibilizar momentos de lazer.

Hoje em dia, a mentalidade que se criou e que se estabeleceu para todos nós é a de se sentir infeliz, pobre e doente. Com isso, você nunca se sentirá merecedor de uma realidade plena, feliz, saudável e rica agora.

Se você for estudar a história do dinheiro, verá que em outros momentos na antiguidade ele foi amaldiçoado. Mas veja bem, não que o dinheiro seja ruim, mas as pessoas o usaram indevidamente. E isso não deixou de se repetir, pois por muitas vezes você mesmo, culpou a falta de dinheiro como a responsável por não realizar seus sonho, não é mesmo?

Essa com certeza é uma má impressão é que está gravada em nossas mentes. Além disso, as fontes de informação continuam minando nossos pensamentos e nos ensinando que a vida é assim: trabalhar, porque só é digno quem trabalha e sobrevive mais ou menos para pagar as contas. Só que trabalhar demais acarreta em danos irreversíveis em alguns casos, sem falar que a mentalidade continua sempre pobre, porque não é dessa maneira que se conquista prosperidade.

Falo de tudo isso, porque o dinheiro e o trabalho estão vinculados e é essa visão distorcida de dinheiro que prejudica o sucesso no trabalho. Sendo assim, é claro que o trabalho se torna um fardo!

Creio que noventa por cento ou mais das pessoas que estão trabalhando hoje, não fazem o que gostam e estão infelizes e insatisfeitas com a realização das conquistas materiais e pessoais também!

Mas você já parou para pensar que o trabalho é uma prestação de serviços?

Infelizmente, essa consciência deixou de existir, pois prestar serviço significa que é só para quem ajuda algum órgão ou pessoas carentes, não é mesmo?

Não, não é! Qualquer ramo que você esteja atuando está prestando serviços para alguém, de alguma forma. E aqueles que têm a possibilidade de usufruir deste serviço é o beneficiado. Por isso, pague sempre suas "bênçãos", agradecendo. Você não tem dívidas, tem bênçãos para pagar! Pois alguém prestou algum serviço para você ter o que tem.

Não posso deixar de considerar que existe marketing e um consumismo exacerbado, mas o que quero aqui não é entrar nesse mérito de julgar o que é certo ou errado com relação ao comércio. O que quero é que você entenda a finalidade de prestar algum serviço a alguém e quero que torne seu trabalho prazeroso de alguma forma. Já falamos aqui muitas vezes que reclamar vai atrair mais situações e sentimentos para você reclamar, portanto pare de tornar tudo que faz um fardo pesado!

Assuma as responsabilidades que realmente cabem a você e faça seu trabalho honestamente!

O resultado de quem assume tudo e se sobrecarrega porque faz o que não gosta, além da infelicidade e da insatisfação é que você se torna doente: dores no corpo, cansaço excessivo ou fadiga, dores e problemas na coluna, varizes, dores e problemas nas pernas e pés, são grandes sinalizadores de que se está "remando contra maré" e isso o torna sobrecarregado e sem entusiasmo.

Seu corpo é um veículo sagrado, ajustado perfeitamento para que você possa fazer o que faz. Portanto, faça um grande favor a ele: pare de fazer o que não quer fazer ou pelo menos vibre para mudar! Aceite mudar de vida e pare de tratá-lo como uma máquina que como todas, uma hora pode parar de funcionar, e precisarão de manutenção!

Idealize a realidade que quer para sua vida, sem pensar em como vai fazer. Aliás, tire o como de suas metas, apenas pense na realização e tenha a certeza de que você é um grande merecedor e que pode sim ter uma vida plena, feliz, saudável e próspera! E mais, pare de trabalhar e preste serviços com prazer ao outro, ou seja, mude o foco "do porque você trabalha" (de preferência dê foco as coisas boas) e você vai perceber como o sucesso será garantido para a sua vida!

Por: Cátia Bazzan

Terapeuta Holística, Mestre Reiki. Especialista em Fitoenergética®

http://www.luzdaserra.com.br/621/por-que-somos-infelizes-no-trabalho/