terça-feira, 14 de agosto de 2012

MERECEMOS SER FELIZES... MAS VOCÊ SABE O QUE FAZER PARA MUDAR A SUA VIDA?



por: Bruno J. Gimenes


Aumento da consciência, elevação moral, auto-ajuda, autoconhecimento, despertar, evolução espiritual ou desenvolvimento da espiritualidade. Esses são alguns dos diversos nomes utilizados para mostrar esse processo de busca que todo ser humano tem, em algum momento, em algum lugar, durante o período da sua vida.

Muitas vezes, surge um vazio no peito, uma tristeza, muita ansiedade, medos, inseguranças, que podem gerar sofrimentos e até doenças. Esses são momentos que ocorrem na vida de qualquer ser humano, em outras palavras, acontece com qualquer um de nós que vive a vida moderna.

E daí, o que fazer quando as dificuldades e os sofrimentos normais surgem? Onde encontrar consolo, um caminho e a ajuda para superar os problemas, cada vez mais presentes em nossas vidas?

A resposta é simples: dentro de nós mesmos!

Sim! Precisamos aprender a reconhecer que as respostas aos nossos anseios estão dentro de nós mesmos, entretanto, quando olhamos para o nosso "Eu Interior" enxergamos a agitação mental, a falta de fé e a falta consciência de quem realmente somos.
Para mudarmos esse cenário, o qual mostra uma tendência para a doença e a uma qualidade de vida afetada por inúmeros aspectos, precisamos aprender a alimentar em nós mesmos, uma força, um caminho que é um manancial de luz dentro de nós.

Definitivamente, precisamos aprender a encontrar os caminhos por nós mesmos, jamais transferindo a tarefa da conquista de nosso bem estar para terceiros. Somos os responsáveis por nossa felicidade, assim como somos responsáveis por nossos sofrimentos.

No momento atual da humanidade, estamos sendo envolvidos por uma chuva de informações e conhecimentos jamais antes imaginada, a qual proporciona que mesmo cheios de inseguranças e agitações, temos inúmeros caminhos para reverter esse processo e, consequentemente, começarmos a trilhar um rumo onde a boa qualidade de vida esteja sempre presente.
Precisamos aprender a silenciar a mente e aprender a nos conectar com Deus - seja Ele quem for - de uma maneira saudável e sincera.

Precisamos aprender a encontrar minutos de pausa em nosso dia-a-dia, com objetivo de respirar melhor, de pensar sobre nossa missão na Terra, sobre nossa evolução como indivíduos. Temos que aprender a conquistar a capacidade de sermos senhores de nossa felicidade, o que é perfeitamente possível.

Estamos atordoados pelo universo de informações, conhecimentos, tecnologias, ruídos e perturbações do meio em que vivemos, e dessa forma, não temos mais como ficar de braços cruzados, esperando o dia em que a dor, o estresse e o sofrimento fiquem insuportáveis para então pensarmos nesse assunto. A hora é já!

Vamos buscar qualidade de vida. Que chamemos de evolução espiritual, autoconhecimento, despertar da consciência ou nome que for, mas que comecemos imediatamente a dar mais importância a nós mesmos.

Como?

Encontrando minutos de silêncio, respirando melhor, lendo um pouco, perdoando mais, amando mais, fazendo pausas para que nossa alma respire também. Devemos dar atenção às questões que alimentam o nosso ser, também devemos cuidar bem do que alimenta nossos corpos. Praticar a gentileza, a oração, a amizade, vencendo o nosso orgulho e a nossa falta de fé, certamente já daremos significativos passos na direção de uma mudança positiva.
Nascemos para ser felizes e por isso precisamos ser felizes, mas não temos como passar essa responsabilidade para mais ninguém além de nós. 

O que o faz não ter dinheiro?




Falar de dinheiro é algo que contagia qualquer pessoa, pois hoje é o que move o mundo e as condições de se ter uma boa vida.

Tenho observado o quanto às pessoas tem limitado suas vontades por não tê-lo e a causa normalmente está ligada a falta de compromisso com elas mesmas ou a tendência de pensar apenas na escassez.

Não há como falar de dinheiro sem falar de espiritualidade, uma vez que a falta dele está ligada a uma causa mental, emocional e até espiritual.

Pensamos que o dinheiro é só para quem é desonesto, que ele é sujo; que os ricos vão para o inferno; que a pobreza é uma virtude; somente trabalho duro traz sucesso; os perdedores são caras legais e vítimas dos ganhadores; os ricos mentem, enganam e roubam; o dinheiro corrompe as pessoas; ser rico dá dor de cabeça, enfim, essas são apenas algumas das crenças que ouvimos quando crianças e que comprometem nossa prosperidade financeira.

Essas falas parecem inocentes, mas são altamente prejudiciais para aprisionar nossas mentes na escassez ao invés da abundância.

Em primeiro lugar é preciso reconhecer e aceitar que ter dinheiro é muito bom e que todos merecemos tê-lo e muito.

O medo de ter mais também está ligado ao fato de que conseqüentemente você vai se afastar das pessoas que não condizem com seus propósitos de vida e isso não quer dizer que você é ruim, quer dizer que não estão na mesma sintonia e isso é fato! Naturalmente as vítimas dos ricos; os invejosos; os desgraçados financeiramente ou aquelas pessoas que reclamam de tudo que dá errado; não farão parte das suas amizades, mas na sua mente, você se torna ruim, pois vai ser cobrado com relação a isso. Mas tranquilize-se, você continua sendo a mesma pessoa, porém vibra noutra energia.

Não podemos ser hipócritas e pensar que ele não tem significado algum em nossas vidas, pois todas as decisões mais importantes que tomamos na existência física ficam comprometidas sem dinheiro. Por que não fazemos tudo que queremos? Porque na maioria das vezes precisamos de dinheiro!

Só que o mais importante de tudo isso é que deixamos de assumir compromissos com nós mesmos, porque em primeiro lugar vêm as necessidades de sobrevivência que só são sanadas com condições financeiras razoáveis, depois é que pensamos em fazer outras coisas que muitas vezes também são necessárias inclusive para a sobrevivência, como momentos de lazer e bem-estar, aos quais ajudam a manter a saúde do corpo e da mente. Sem falar que ele é o grande propulsor para a evolução e para o crescimento espiritual, sabia?

Para poder falar de espiritualidade e dinheiro, pense que não há nenhum tipo de reserva financeira para o nosso dinheiro... Todo o valor que ele tem está depositado na crença que temos nisso, ou seja, cremos numa nota de R$100,00, porque valor não tem nenhum, é apenas um pedaço de papel.

Mas o que quero dizer com isso? Que nosso poder pessoal diminui muito sem ele, justamente porque não fazemos nada e nos acomodamos na nossa evolução até espiritual, não é mesmo?

Se você quer ter e desfrutar do dinheiro de uma forma saudável, primeiro pense e liste todas as crenças negativas que você tem em mente e esvazie-a destas idéias que induzem você a escassez. Limpe-se dessas formas pensamentos! Avalie o quanto as pessoas que fazem parte do seu convívio também contribuem para a falta de progresso e se possível fique mais longe do que perto delas!

Após esta análise, tome uma postura de reverter o que sente de negativo e diga a você mesmo: ?Eu mereço ser rico!? E não se limite pensando que só quer o suficiente, isso não atrai prosperidade e você vai ficar na mesma situação que está...

Você precisa ter em mente que pessoas ricas são pessoas que pensam em progredir e em evoluir na suas vidas e não são desonestas, apenas trabalham focando nisso e não desperdiçam seu tempo sofrendo, se vitimizando e chorando diante das dificuldades. Estude a vida delas e você terá ótimas referências e não o contrário!

Se não almejar ser rico, não obterá sucesso nunca. A partir de agora, assuma um compromisso com você mesmo, pois não há nada de errado em ser rico, já que essa é uma condição maravilhosa!

Por: Cátia Bazzan

Terapeuta Holística, Mestre Reiki. Especialista em Fitoenergética®

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O Segredo da Felicidade




por: Mauro Kwitko

1 - O que é felicidade? Como conseguimos identificá-la em nossa vida?

R: A felicidade pode ser real ou imaginária. A felicidade real apenas consegue ser alcançada pela libertação de si mesmo e pelo endereçamento de nossa energia para os outros, como mostraram, e ainda mostram, os grande vultos da humanidade, que dedicaram sua vida ao trabalho de caridade, de amor ao próximo, aos mais necessitados. A nossa sociedade, materialista e imediatista, chama de felicidade ao riso fácil, aos gritos de alegria, ao barulho feito em nome da exteriorização da angústia existencial de quem sente-se perdido e não sabe para onde ir, que vive ao sabor das ondas das mensagens superficiais da mídia, que não sabe o que seu Espírito quer e, às vezes, nem lembra que é um Espírito. A felicidade real geralmente é silenciosa, não demonstrativa, pois não necessita demonstrar-se, enquanto que a felicidade imaginária é barulhenta e necessita da aprovação e da participação dos outros em sua manifestação.

2 - Quais são as fontes da felicidade? Como usá-las?

R: A fonte única da felicidade verdadeira é Deus, pois é Dele que vem o amor, a paz, a caridade, a honestidade, a humildade, a simplicidade, a sensação tranqüilizadora de estar no caminho certo. A fonte da felicidade imaginária é o Ego, criado pela ilusão do ser encarnado, que necessita demonstrar e demonstrar-se.

3 - Como podemos ser felizes? O que precisamos fazer para alcançarmos a felicidade?

R: Para alcançarmos a felicidade, que vem do amor, da paz, da simplicidade, da humildade, precisamos cultivar essa meta dentro de nós, e na medida que vamos alcançando esses estados de ser, vamos sentindo mais e mais felicidade. A ausência desses estados de Espírito traz a ansiedade (ânsia de...), a angústia, a irritabilidade, o nervosismo, a raiva e a tristeza, que, após algum tempo, somatizam-se no que a Medicina orgânica chama de doença. Olhemos a vida dos grandes homens e mulheres da humanidade e veremos a lição de vida que eles nos transmitiram.

4 - A felicidade sempre é o real propósito de vivermos? Com a maturidade fica mais fácil ser feliz?

R: Geralmente é o contrário... As crianças, em sua maioria, são felizes, porque recém estão chegando do Mundo Espiritual, onde a felicidade verdadeira existe; os adolescentes começam a perder a felicidade porque iniciam um processo de desconforto em relação ao que vêm em sua volta, em seus pais, na sociedade, nos vícios, nas injustiças, vão sendo contaminados pelas mensagens superficiais da televisão, das rádios, da Internet; os adultos continuam nesse processo de perda da felicidade real porque, na grande maioria dos casos, dedicam-se apenas a sobreviver e buscar a felicidade imaginária, através do álcool e outras drogas, das festas, das aquisições egóicas, das "vitórias", dos fins de semana, das férias; e os velhos geralmente vão indo em direção ao final da sua encarnação tristes, abandonados, angustiados, doentes. Ou seja, geralmente o Espírito reencarna feliz, com o passar do tempo vai perdendo a felicidade, e morre triste. Lá no Mundo Espiritual vai recuperando a felicidade e entendendo onde errou, só que reencarna e erra de novo.

5 - A felicidade depende das outras pessoas da nossa vida? Podemos conquistá-la sozinhos?

R: A felicidade depende apenas de nós mesmos, e é proporcional ao que pensamos, ao que sentimos, ao que fazemos e ao que falamos. O segredo da felicidade verdadeira é utilizarmos menos o "Eu", "Meu" e "Minha" e mais o "Nós", "Nosso" e "Nossa", mas que isso não seja a nossa família, a nossa raça, o nosso clã, pois isso são derivativos do "Eu", "Meu" e "Minha". A felicidade é uma conquista, é um libertar-se gradativamente de si, o que acredita ilusoriamente ser, e ir recordando seu aspecto divino. Para isso precisamos nos enxergar verdadeiramente, por traz da nossa "casca" temporária de homem ou mulher, de branco ou negro, de brasileiro ou alguma outra nacionalidade e nos re-conhecendo realmente. A felicidade, como outros atributos espirituais, não necessitam ser aprendidos, necessitam ser recordados.

6 - A felicidade pode ser associada ao amor próprio?

R: Depende de amor próprio a quem: se ao seu Ego ou a Si mesmo. O amor próprio ao Ego é a ilusão da ilusão, pois ama-se ao que é temporário e vive-se em função desse "amor". O amor próprio a Si mesmo é o verdadeiro amor, pois o Si não quer nada para si, e é daí que vem a felicidade real..

7 - Podemos, de forma verdadeira, treinar a mente para nos sentirmos felizes?

R: Não, pois a mente é uma ferramenta do Ego e por mais que se treine a mente ela sempre é do Ego e acaba dando um jeito de fazer coisas para si, para o seu prazer, para suas vitórias, sempre em seu benefício, nem que seja alcançar a "sua" paz. O que devemos fazer, e é o contrário do que a nossa sociedade ensina e admira, é aprendermos a pensar cada vez menos, para que possamos dar espaço ao Silêncio dentro de nós, de onde vêm as orientações do nosso Eu Verdadeiro, dos nossos Mentores Espirituais, dos Seres Divinos.

8 - A felicidade é um estado de espírito momentâneo, ou conseguimos senti-la permanentemente? Quais são os maiores "inimigos" da felicidade?

R: O único inimigo da felicidade é o nosso Ego, não que ele seja um vilão, mas não pode ter o comando, pois é muito EGOista. Os verdadeiros momentos de felicidade é quando estamos sendo bons para os outros, por isso São Francisco de Assis pede que Deus lhe ajude a amar mais do que ser amado, pois ele sabia que é dando que se recebe (felicidade).

9 - Quanto à infelicidade, ela existe ou podemos ser somente convencidos nesse sentido? O sofrimento e a dor podem ser caminhos para a conquista da felicidade?

R: A infelicidade existe apenas para o Ego, pois sempre envolve o "Eu". No consultório escutamos os relatos dos Egos falando de "sua" infância, do "seu" pai, de "sua" mãe, do "seu" marido, da "sua" esposa, dos "seus" filhos, do "seu" trabalho, etc. Falam da "sua" mágoa, da "sua" raiva, da "sua" falta de confiança, do "seu" medo, etc. Todos eles acreditam realmente que são eles mesmos, esqueceram que estão dentro da ?casca? e seus rótulos e, com isso, esquecem de viver para os outros e vivem apenas para si, ou para vencer ou para sofrer. Mas quem vive para os outros para a sua própria satisfação, para sentir-se bom, para ser admirado, é a mesma coisa... E o sofrimento e a dor, advindos dessa cegueira, desse erro, frutos do nosso Ego, é o doloroso caminho para a Purificação, que significa: Puro fica São.

10 - O que acontece fisiologicamente, emocionalmente e psicologicamente quando sentimos felicidade?

R: Quando sentimos a felicidade real liberamos mais serotonina e endorfina e isso nos traz paz, amor e uma sensação temporária parecida com o que nosso Eu Verdadeiro sente permanentemente. Isso pode ser aprendido com a Meditação e a Expansão da Consciência, em que vamos nos libertando do nosso eu pequeno e indo em direção do nosso Eu grandioso, em que vamos deixando de nos sentir mais ou menos que os outros para irmos nos sentindo iguais, vamos deixando de nos sentir separados dos outros para irmos nos sentindo integrados. Essa libertação de si, essa re-união, é que vai trazendo a felicidade verdadeira.

11 - A felicidade depende do prazer físico? Até que ponto o "consumismo" da sociedade capitalista interfere na felicidade?

R: Se o prazer físico trouxer em si uma busca de vitória sobre outra pessoa, ela não traz a felicidade, e sim traz um reforço para o egoísmo e a vaidade, bem como buscar ficar mais bonito, mais atraente. O prazer físico que trouxer a sensação de integração com os outros, de comunhão, é um dos caminhos para a felicidade verdadeira. O consumismo faz parte das armadilhas que viemos conhecer e ultrapassar na vida encarnada e precisamos cair nelas para, um dia, depois de vermos que não nos trouxeram uma felicidade real, possamos enxergá-las como ilusões, e contorná-las.

12 - Existem diferenças entre o conceito de felicidade entre o Oriente e o Ocidente?

R: Atualmente, com a globalização, o Oriente e o Ocidente tendem a se fundir e trocar entre si as suas características superiores e inferiores. Estamos importando as Religiões e a Filosofia orientais e exportando Coca-Cola e MacDonalds, estamos importando as artes marciais que cultivam a autodisciplina e o caráter e exportando futebol e basquete que cultivam o vencer, ser o melhor. Estamos lucrando com isso. Mas isso é necessário, para nós e para eles, faz parte do nosso aprendizado, e, para isso, às vezes reencarnamos orientais, ás vezes ocidentais.

13 - A felicidade tem alguma ligação com o carma ou não?

R: A felicidade tem a ver com o grau do Espírito de cada um, e observa-se esse grau desde quando somos crianças, os que se magoam muito e os que se magoam pouco, os que sentem muita raiva e os que quase não se irritam, as crianças egoístas e as altruístas, as vaidosos e as humildes, que geralmente seguem assim vida afora. É o que chamamos na Psicoterapia Reencarnacionista de "Personalidade Congênita" e onde encontramos nossa proposta de Reforma Íntima.

14 - O que é felicidade segundo a sua visão de Deus e da espiritualidade?

R: A felicidade verdadeira é o Amor, a Paz, a Harmonia, a Verdade, a Caridade, a Humildade, a Simplicidade, a Honestidade, a Bondade, a Justiça, e isso é o máximo que eu consigo entender de Deus e da espiritualidade, mas certamente é muito mais do que isso.

Por: Mauro Kwitko - É músico e escritor. É a pessoa que começou a elaborar e divulgar a Psicoterapia Reencarnacionista, uma criação do Mundo Espiritual. É o presidente da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista (www.abpr.org).

Fale com Mauro:
maurokwitko@yahoo.com.br

terça-feira, 7 de agosto de 2012

VIDA APÓS A MORTE: para onde vamos quando morremos?



Quando nosso corpo físico morre no final do período de uma vida terrena ou encarnação, nossa alma nasce para o mundo espiritual, sua morada original.

"A cada um será dado conforme suas obras" resume de forma brilhante o que ocorre após nossa morte.

Há uma distorção grande em relação à construção da imagem de um Deus que castiga e pune seus filhos pecadores. Isso porque o livre arbítrio nos é de direito, é uma verdade incontestável, entretanto, a lei do retorno ou karma mostra, não só pelos olhos da espiritualidade, que toda ação gera consequência. Essa é uma lei universal que nós seres humanos precisamos compreender bem antes de colocar a culpa em Deus, ou ainda temer sua fúria, grande erro!

Deus nos criou por amor, e é por isso que quer que evoluamos. Castigo não existe! Existe consequência aos nossos atos. Sim, sempre há o retorno para qualquer atitude, no entanto isso não é castigo... É uma reação aos nosso atos.

Se você joga um tijolo para cima, em menos de um segundo ele cai. Se você estiver embaixo, ele provavelmente vai bater com força em seu corpo podendo te machucar. Quanto mais força você coloca para arremessar o tijolo, maior será o impacto na queda. Lembre-se; o tijolo estava parado, foi você quem quis jogá-lo para cima. Aí perguntamos: foi Deus quem castigou?

Não! Foram as leis do universo que se manifestaram. E qual a diferença em relação aos nossos atos?

Nenhuma, a não ser pelo fato que as coisas acontecem em um tempo um pouco diferente! Com isso a máxima "A cada um será dado conforme suas obras" segue valendo.

Você pode até dizer que essa comparação não tem qualquer relação com nossas vidas, mas tem sim. O grande equívoco humano é não compreender as leis universais que regem a evolução de nossa espécie. Isso nos atrapalha muito, nos rouba tempo, nos aprisiona. Precisamos ir ao encontro dessas verdades que nos libertarão.

Existe céu e inferno?

Sim, mas são estados de consciência, criados por nós mesmos.

Quando desencarnamos, a nossa sintonia espiritual, resultante de nossos atos, padrão moral, caráter, ética, nos leva por atração magnética, para dimensões de mesma sintonia. Mais uma vez reiteramos, não existe castigo de Deus, existe consequência aos nossos atos!

Quer saber se vai para o inferno ou umbral quando você desencarnar no final dessa existência?

Não precisa chegar até esse dia para saber, pergunte-se agora, avalie-se:

-O que eu estou emitindo para o universo? É amor, ódio, alienação e lixo psíquico?

-Como me sinto agora?

-Quais são as minhas atitudes, meu padrão moral e minha ética?

-Tenho amor dentro de mim e expresso aos meus semelhantes e ao mundo a minha volta?

-Amo o meu próximo como a mim mesmo?

-Faço para o outro somente aquilo que quero que façam comigo?

É isso!

O tipo de morada que sua alma imortal vai encontrar após sua passagem no final dessa vida depende muito das respostas das perguntas acima...

Reflita.

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É típico da sabedoria universal nos levar para a morada que melhor for adaptada ao nosso estado de consciência.

Por exemplo:
Se você não compreende o grave erro que é cometer suicídio, ou seja, abreviar a sua experiência terrena, sem que nenhum benefício seja conquistado com isso, é quase lógico que a pessoa será atraída para zonas do plano espiritual em que a dor e o sofrimento serão companheiros de caminhada. Não porque há um Deus que pune. Ao contrário, há uma sabedoria suprema que proporciona ao ignorante das verdades universais a ferramenta pedagógica precisa que o leve a um aprendizado necessário ao seu nível evolutivo. "Não dê pérolas aos porcos" resume muito bem essa questão. Aprenderemos pelo amor ou pela dor, só não temos como trancar a lei máxima de evolução constante, ou seja, temos que aprender, de um jeito ou de outro.
Nesse caso citado, a exposição de um suicida em condições tão adversas, dizima qualquer orgulho, vaidade, materialismo, arrogância, pela reflexão provocada com profundidade ("na base da força"), o que na vida terrena, lhe foi dada à chance de ter feito por espontânea vontade, pelo caminho da consciência e do amor. Todavia, como a opção pelo amor não surtiu efeito, a dor se faz necessária.

Por quanto tempo?

Até que as leis que regem os acontecimentos se façam...
Até que a vontade de Deus prevaleça...
Até que os níveis de consciência, mesmo que de formar modesta, sejam elevados...
Até que a luz clareie a escuridão...
Até que da lama nasça a Flor de Lótus...

E é assim...

O plano divino, com essa paciência e amor incondicional por todas as criaturas, promove condições para que vida após vida possamos seguir evoluindo.

Ir para o céu ou para o inferno depende exclusivamente de nós mesmos. A todo o momento podemos tomar decisões que nos sintonizem com essas duas frequências opostas. E, mais uma vez: "Orai e vigiai" torna-se uma das mais importantes ferramentas que temos.

Poderíamos aumentar o conteúdo desse texto trazendo exemplos mais claros das cidades astrais, tanto de luz ou de trevas, para onde somos literalmente tragados após nosso desencarne, sempre pela nossa sintonia energética... Contudo o que importa é o aprendizado na prática desse importante tema. E para trazer para a prática, para realidade do dia-a-dia de sua vida, basta que você olhe para a realidade atual do Planeta. O que ocorre por aqui, de alguma forma é a extensão do que acontece nos planos mais sutis. São áreas de guerra e de paz. Não nos referimos apenas aos países em conflito e guerrilha. Pense também no caos urbano, no trânsito, na falta de respeito entre os semelhantes.

Não deixe para pensar na morte apenas quando a idade avançar. Pensar na morte com olhar da evolução espiritual não é pessimismo é consciência!

Quantos de nós já estão no inferno, em suas depressões, egoísmos, materialismos e doenças e vícios das mais diferentes espécies.

Quantos de nós já vivem no céu em seus estados de paz, harmonia, paciência, bem querer e plenitude!

São tantos exemplos, olhe a sua volta...

O inferno é ilusão, dor, controle, apego, medo, egoísmo, negligência, fascínio, vaidade, futilidade.

O céu é o amor, a entrega espiritual, a paciência, a tolerância, o respeito, o perdão, a gratidão.

Onde você está hoje?

No céu ou inferno?

Para onde você vai amanhã?

Depende de você!

Acredite, é possível estarmos no céu, acho que estamos no caminho...

Por: Bruno J. Gimenes
Fale com Bruno: bruno@luzdaserra.com.br

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

REIKI, UMA PONTE PARA A LUZ




O CONTEXTO ATUAL DA EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE

Na atualidade, estamos imersos em um universo repleto de sentimentos negativos, promovidos por atitudes densas, pessimistas e materialistas. Essa atitude comportamental é o grande veneno e o maior obstáculo para a nossa evolução.
Os sentimentos negativos que criamos geram ondas de frequência energética nociva, como se fossem descargas constantes de energias densas. Essas por sua vez se acumulam na crosta terrestre, dissipando-se pelo Planeta como se fossem grandes massas de ar na atmosfera.  A grande diferença é que esse tipo de concentração de energia é muito sutil, ou seja, inicialmente sem forma física condensada, por isso a maioria das pessoas não percebe.
O que isso sugere é que estamos o tempo todo sendo banhados pelo acúmulo das energias que nós mesmos criamos, pois, comparando com a poluição ambiental tão evidente em nosso Planeta, pode se dizer, que é a mesma coisa, porém, o agente poluente nesse caso é o nosso padrão psíquico desajustado.
Essa massa de energia negativa criada e acumulada volta para nós mesmos, assim como as queimadas e outras emissões de gases na atmosfera, que tem destruído a camada de ozônio, tão importante para a qualidade de vida na Terra. Ou seja, a lei da ação e reação mostra que todo esse padrão vibratório negativo criado retorna para nós mesmos, os originais criadores do “problema”. Quando essa energia volta para quem cria, o ciclo só tende a continuar e aumentar cada vez mais, visto que o padrão negativo estimula que as pessoas fiquem cada vez mais negativas e menos conscientes da necessidade de sair desse ciclo.
Isso explica o fato que algumas cidades são mais desenvolvidas em aspectos humanos e sociais e outras tão calamitosas, os próprios moradores de uma cidade criam a vibração específica que vai ditar a harmonia ou a desarmonia existente naquela região. No Brasil e no mundo todo, existem “Minas” e “Torres” de energia.
Minas são centros geradores de energia vibracional densa e nociva, graças ao padrão vibratório das pessoas e da influência energética nociva de seus antepassados.
Torres são centros transmissores de energia positiva, criada pelas próprias pessoas, e principalmente pela influência positiva dos elementos da natureza como o clima, a geografia, a vegetação e também pela grande distância em relação às Minas.
Estar em ressonância é quando se cria um padrão vibratório parecido com aquele que já existe, ou seja, se um indivíduo cria atitudes positivas, direta ou indiretamente ele estará conectando com a mesma frequência gerada. Fazendo uma analogia com as ondas de rádio, pode-se dizer que cada ser humano está sintonizado a uma determinada rádio (a estação é a atitude e o comportamento pessoal que sintoniza). Quando geramos atitudes positivas, as músicas que tocam também são positivas, desta maneira ouvem-se, cantam-se essas músicas. Outro fato importante, é que outras muitas pessoas podem estar sintonizadas a essa mesma rádio, criando uma comunhão energética entre todas elas. Só o fato de gostarem dos mesmos tipos de músicas ou estarem conectadas a mesma frequência da rádio, já cria-se uma afinidade entre essas pessoas. Essa afinidade gera uma vibração característica que pode ser positiva ou negativa dependendo da qualidade da intenção, dos sentimentos e pensamentos envolvidos. Por isso, pode-se dizer que os ouvintes dessa mesma sintonia estão em ressonância.
Da mesma maneira citada anteriormente, quando criamos atitudes negativas e nocivas, também produzimos uma frequência de sintonia negativa, ou seja, de frequência menos elevada, que vai gerar uma ressonância com outras pessoas de mesma vibração.
O mais importante disso tudo é que se compreenda o fato de que quando estamos conectados a determinada frequência, as nossas atitudes são totalmente baseadas e estruturadas no que “ouvimos” nessa rádio. Isso quer dizer que se na estação de rádio toca as “músicas” de sentimentos e atitudes negativas como raiva, ódio, medo, apego, tristeza, orgulho, o indivíduo vai produzir atitudes em sua vida nesse mesmo padrão.
A importância da compreensão desses conceitos é essencial para que cada ser que vive nesse Planeta tenha consciência de que cada atitude ou ação criada gera uma reação com mesma intensidade e que ressona com quem cria, ou seja, alimenta as atitudes da pessoa e dita sua forma de viver a vida. Quando se está conectado a uma rádio de baixa frequência, os impactos negativos podem ser verdadeiramente avassaladores, criando uma desarmonia muito grande, não só em alguém individualmente mas também em todo o Planeta, pelo efeito da ressonância.
O lado otimista dessa visão é que se pode usar a mesma lei natural para ajudar o Planeta a evoluir. “Quando evoluímos, ajudamos o mundo a evoluir”, o que é perfeitamente possível, visto que as nossas atitudes positivas podem também, em ressonância com outras, criar uma massa de energia positiva e ditar uma nova atmosfera de harmonia.
 Aqui na Terra, somos regidos pela Lei do Livre-Arbítrio e isso sugere que cada um é senhor de suas escolhas, porém também recebe de volta tudo aquilo que gerar, pois  enfrenta as consequências de suas decisões, sejam elas positivas ou negativas (lei do retorno).
Ainda explorando um ponto de vista positivo e otimista, o conjunto de situações catastróficas produzidas pelo homem despertou um novo prisma no plano Astral Superior, que se encarregou de enviar “ajuda”. Nos últimos trinta anos, todas as pessoas estão sendo banhadas por um nível de ajuda extrafísica muito intenso. Ainda assim, não podemos deixar de ressaltar que essa ajuda só virá se as pessoas estiverem “abertas” a ela, afinal este é o Planeta do livre-arbítrio.
Muitas novidades positivas foram surgindo naturalmente para ajudar na evolução espiritual dos seres humanos, paradigmas espirituais e religiosos foram quebrados, mais liberdade de expressão foi conquistada, porém o maior ganho que a humanidade teve foi a “aparição” de algumas ferramentas verdadeiramente importantes para elevar o padrão vibratório das pessoas. E dentro dessas valiosas dádivas, consideremos o Reiki.

O REIKI COMO UM PRESENTE DE DEUS PARA SEUS FILHOS

Um dos maiores presentes a nós enviados com o propósito de elevar a frequência vibratória do Planeta foi o Reiki; que é um sistema de cura natural livre, sem paradigmas, o qual cria uma conexão direta e amplificada com o plano astral superior, moradia da consciência, pureza de sentimentos e perfeição. Por isso, quando se conecta a energia do Reiki, a pessoa se liga à pureza e perfeição presentes no plano superio. A sintonia com o Reiki passa oferecerr uma orientação interna nas atitudes pessoais do plano físico em que estamos inseridos. Reiki é uma ponte para as mais elevadas frequências de energia, pois mesmo estando aqui na Terra, traz para aquele que se conecta, a oportunidade de receber a pureza e paz do astral superior, como se estivesse lá.
Reiki acelera a nossa vibração a níveis tão sutis e positivos que além de nos proporcionar a cura do corpo físico, gera alteração em nossos planos mentais, emocionais e espirituais. isso é a verdadeira cura, completa, profunda.
Quando se está conectado ss energias balsâmicas do Reiki, o indivíduo também experimenta a ressonância que esta sintonia cria com os seres iluminados, anjos, mestres, mentores e amparadores espirituais.   
Receber Reiki diariamente, seja em uma autoaplicação ou de uma outra pessoa, faz com que possamos alcançar um nível mental de consciência muito elevado e positivo, criando atitudes sublimes, evoluídas, as quais são responsáveis por inúmeros benefícios e conquistas pessoais.
O uso contínuo dessa força de alta frequência, por longos períodos, gera um nível de energia máxima no indivíduo, proporcionando evolução espiritual, mental, emocional e por consequência, muitas novidades positivas em sua vida material e afetiva.
O Reiki é um gerador de alta potência com capacidade ilimitada, e nós os seres humanos, somos pilhas recarregáveis. Se nos desconectarmos, a nossa carga se dissipa,  nosso campo de força se dissolve (nossa consciência) e passamos a ser “marionetes” de frequências de vibrações inferiores, regredindo, adoecendo e principalmente negligenciando ao propósito pelo qual estamos aqui na Terra: a evolução.