segunda-feira, 27 de agosto de 2012

ORAÇÃO DO PERDÃO


Faça esta oração à noite, antes de dormir, para seu inconsciente absorvê-la totalmente.

Atenção: Visualize o rosto da pessoa ou situação que você precisa perdoar, ou ser perdoado(a) por ela, e diga cada palavra, do fundo do coração, chamandoo(a) pelo nome. 
Eu perdôo você... por favor, me perdoe... 
Você nunca teve culpa... 
Eu também nunca tive culpa... 
Eu perdôo você... me perdoe, por favor.
A vida nos ensina através das discórdias... 
E eu aprendi a lhe amar e a deixá-lo(a) ir de minha mente. 

Você precisa viver suas próprias lições e eu também. 
Eu perdôo você... me perdoe em nome de Deus. 
Agora, vá ser feliz, para que eu seja também. 
Que Deus te proteja e perdoe os nossos mundos. 
As mágoas desapareceram de meu coração e só há Luz e Paz em minha vida. 
Quero você alegre, sorrindo, onde quer que você esteja... 
É tão bom soltar, parar de resistir e deixar fluir novos sentimentos! 
Eu perdoei você do fundo de minha alma, porque sei que você nunca fez nada 
por mal e sim porque acreditou que era a melhor maneira de ser feliz...

Me perdoe por ter nutrido ódio e mágoa por tanto tempo em meu coração. 
Eu não sabia como era bom perdoar e soltar; 
Eu não sabia como era bom deixar ir o que nunca me pertenceu. 

Agora sei que só podemos ser felizes quando soltamos as vidas, para que sigam
seus próprios sonhos e seus próprios erros. 
Não quero mais controlar nada, nem ninguém. 
Por isso, peço que me perdoe e me solte também, 
para que seu coração se encha de amor, assim como o meu.
Muito obrigado!
 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O QUE VOCÊ ESTÁ PLANTANDO EM SUA VIDA?




Não adianta plantar banana e querer colher laranja, nem muito menos plantar alface e querer colher maçã. Afinal, a gente colhe o que planta, não é mesmo? Nossa vida também é assim, plantamos ações, intenções, emoções, pensamentos e tudo que se passa dentro de nós. Não semeamos apenas as nossas palavras e ações, mas plantamos o que somos a cada momento, com todas as sementes de nossas emoções, pensamentos e aspectos mais sutis, dos quais muitas vezes nem mesmo estamos conscientes.
Quantas vezes não nos empenhamos em conseguir um relacionamento, mas nada acontece? Mudamos nossa maneira de agir com as pessoas no trabalho, mas mesmo assim o clima ruim continua? Tentamos todas as abordagens com nossos filhos, brigando, sendo gentil, sendo mais indiferente, mas eles insistem no comportamento desagradável?
É fácil perceber que fazer sempre a mesma coisa e esperar um resultado diferente é algo que não faz muito sentido. Seria como plantar banana, achando que é laranja, perceber que há algo errado na colheita e mesmo assim continuar com as mesmas expectativas, sem fazer nada para mudar. E como se não fosse suficientemente ruim, ainda nos lamentamos e reclamamos que nada dá certo para nós.

Mais do que atitudes, é preciso mudar pensamentos e crenças

Porém, se tentamos diversas atitudes, mas os resultados não mudam, bem provavelmente não estamos conseguindo identificar que na realidade todas as tentativas - apesar de diferentes - não mudaram a semente da situação. Muitas vezes, as sementes das experiências que colhemos em nossa vida não estão no plano das atitudes físicas e palavras, mas sim em nossos sentimentos, motivações, crenças e pensamentos. Pode ser que as misteriosas sementes daninhas estejam nas atitudes emocionais, mentais e espirituais.
Ao pensar nessas questões, lembro-me de dois programas na TV. Um é aquele das babás que ajudam mães e pais - que têm dificuldades em lidar com seus filhos - a "domar as ferinhas". Em 100% dos casos, elas mostram que não são somente as ações e as palavras dos pais que acarretam o comportamento problemático das crianças, mas principalmente as emoções e os sentimentos dos pais entre si e também na relação com os filhos. Geralmente, há situações mal resolvidas entre os pais, seja como casal ou na condução da educação das crianças. Diante do mau comportamento dos filhos, há também uma expectativa negativa em relação a eles, algo como um desânimo, um sentimento de fraqueza e impotência diante da situação.
Mas por que as crianças reagem melhor à babá do que aos pais? Simplesmente por que ela é uma estranha a eles? Não. Mas sim porque a atitude dela, seja por meio de palavras, ações, emoções, pensamentos ou outros aspectos mais sutis, estão em harmonia. É claro que pelo fato da babá não conviver com as crianças faz com ela tenha um sentimento diferente dos pais, que geralmente já se encontram em um alto nível de exaustão. Porém, a grande diferença está no fato da babá se manter em seu poder pessoal, ou seja, não se deixar intimidar pelos testes que a criança lhe impõe, mantendo autoridade em sua postura, confiança e esperança de que a criança pode agir harmoniosamente, mesmo quando ela insiste em lhe desafiar. Ela não se deixa abalar ou afetar pela criança, como seus próprios pais fazem.
Na maioria das vezes, o que a babá faz é sinalizar aos pais como o comportamento das crianças é fruto das tensões geradas no relacionamento do casal e semeadas na relação com os filhos. Além disso, os problemas também podem ser frutos das expectativas negativas que os pais criam sobre os filhos, ao serem confrontados com o comportamento distorcido dos pequenos.
Outro exemplo interessante é dado no programa do encantador de cães, um treinador e adestrador que faz até os cachorros mais incontroláveis se dobrarem a ele. O adestrador também sempre mostra como os problemas de comportamento dos bichinhos de estimação na realidade são apenas reflexos das inseguranças e de outros medos e problemas dos seus donos.
Tanto as babás quanto o encantador de cães mostram que enquanto pais e donos de bichos plantam as sementes da insegurança, impaciência, impotência e falta de crença, eles conseguem resultados diferentes, que às vezes parecem até mágicos ou milagrosos. Esses especialistas plantam as sementes de paciência, autoridade positiva, confiança em si e no outro, mesmo quando as crianças ou os bichinhos tentam mostrar o contrário - como se tentassem demovê-los de sua esperança e crença positiva. Os pais ou donos de animais sucumbem aos seus próprios medos e inseguranças. Esses sentimentos são plantados nas relações com as crianças e os bichos, e colhidos no comportamento deles, fazendo com que a pessoa se sinta impotente para lidar com a situação.

O que você está plantando?

O mesmo acontece em nossas situações de vida, quando somos desafiados com o "sumiço" dos pretendentes da vida afetiva, com os colegas ou chefes que tripudiam de nós, com a sequência de dificuldades que vive a nos perseguir, ou qualquer outra situação desagradável que vivenciamos.
São as sementes de nossos próprios medos, na forma de sentimentos e crenças negativas, que plantamos em qualquer aspecto de nossas vidas e cujos frutos colhemos. Se plantamos as sementes da carência, é bem provável que colheremos algo como relacionamentos problemáticos ou a ausência de qualquer um deles. Se plantamos a semente da doação exagerada, fazendo tudo pelos outros e trabalhando exageradamente para manter o controle absoluto, podemos acabar colhendo atitudes intimidadoras e ameaçadoras das pessoas ou, por outro lado, atraindo pessoas extremamente descompromissadas, por exemplo. Esses são apenas dois exemplos, mas os frutos de nossas atitudes sutis podem ser variadas e acontecer nos diversos aspectos da vida.
É fácil perceber que plantar banana não vai gerar laranjas, mas é um pouco mais difícil quando não estamos prestando atenção ao que plantamos de maneira sutil em nossa vida, ainda mais se não estivermos dispostos a admitir nossos próprios equívocos. Quantas vezes nos pegamos lamentando: "eu tento tanto, me esforço tanto, então por que não estou conseguindo alcançar os resultados que desejo?". Muitas vezes acreditamos que nosso desejo de plantar banana e colher laranja deve ser atendido pela vida ou pelo universo, pelo simples fato de estarmos plantando e nos esforçando. Assim, tentamos muitas vezes mudar e lutar contra as regras da vida, quando na realidade muitas coisas simplesmente são como são, gostemos disso ou não.

A arte de olhar para dentro de si

Pode ser que a não-concretização dos resultados desejados seja decorrente apenas do tempo da germinação, e que os frutos ainda levem um tempo para acontecer. Já que estamos plantando corretamente, em alguns casos é apenas uma questão de paciência para que o tempo de cultivo chegue. Mas podemos estar realmente enganados, achando que estamos plantando algo quando na realidade estamos plantando outra coisa. É só através da atenção e da auto-observação contínua que poderemos desenvolver esse discernimento e sabedoria.
Portanto, ao se deparar com qualquer situação negativa em sua vida, procure se questionar e perceber que tipo de semente você está plantando nela - com todas as suas atitudes, palavras, sentimentos, pensamentos, crenças - mesmo que não intencionalmente. Avalie o que pode estar trazendo tais frutos negativos para sua vida. Mesmo que de início não consiga tirar conclusões, continue observando, pois sua percepção se desenvolverá cada vez mais, assim como sua habilidade de plantar o que realmente deseja. O importante é perseverar e não desistir!
Veja abaixo algumas perguntas que podem lhe ajudar a perceber o que está errado em sua vida:
  • Você identifica aspectos na vida em que planta uma coisa, mas colhe outra?
  • Quais emoções e sentimentos levam você a desejar o fruto/resultado que não está conseguindo colher? Que sementes você está realmente plantando?
  • Quais medos podem estar atrapalhando você na colheita do fruto/resultado?


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

SÍNDROME DO MÁRTIR


Você já reparou que em seu círculo familiar ou de amigos sempre tem aquela pessoa que sofre da síndrome do mártir? Parece nome de uma grave doença não é mesmo? De certa forma não deixa de ser um tipo de doença sim, mas da alma.

Para que você entenda melhor o que quero dizer com síndrome do mártir vou citar alguns comportamentos comuns dessas pessoas.

São excessivamente boazinhas, o que, na minha opinião é louvável, mas nem um pouco saudável.

São pessoas que geralmente dizem sim para tudo mesmo que isso signifique abrir mão de algo muito importante para si.

Também são pessoas que estão quase sempre envolvidas com os problemas do marido, da esposa, da família, dos vizinhos, dos amigos, do cachorro, do gato...

Tenho observado em consultório que na maioria das vezes estão tão envolvidas com os problemas alheios, que acabam esquecendo-se das pessoas mais importantes do mundo: elas próprias.

Isso acontece pois na correria do dia a dia entram literalmente no piloto automático e não se dão conta de que na medida que se doam de forma tão desordenada, acabam sendo muito ruins consigo mesmas. E o mais interessante é que agindo assim imaginam estar acumulando bônus com o plano superior.

Quero aqui fazer um parêntese e deixar claro que acredito muito que doação e as boas intenções são válidas sempre, porém é preciso lembrar que o amor e discernimento precisam seguir de mãos dadas.

Pois bem, se você de alguma forma se identificou com o que foi dito acima, e sente vontade de mudar, faço neste momento um convite para observar o que há por trás disso tudo.

Medite, reflita, observe o que o faz agir desta forma, seja qual for o motivo, você é plenamente capaz de reverter esta situação. Muitas vezes impor limites e dizer alguns ?nãos? é necessário para mantermos a nossa paz interior. Perceba que infelizmente não é possível resolver o problema de todos, que bom seria, mas como dizia o Mestre Jesus ?A cada um será dado conforme suas obras?.

Sendo assim, respeite o aprendizado do próximo, tenha compaixão sim, mas foque sua atenção maior e seu amor para você mesmo, para a sua evolução espiritual. Procure aprender pelo amor e não pela dor e livre- se desta síndrome do mártir convocando a sua força interior e a força dos seres de luz.
Lembre-se que você é o criador da sua realidade.

Fique certo de que assim você conseguirá ajudar as pessoas muito mais do que imagina, além de tornar sua vida muito mais leve e feliz!

Namastê!


Por: Carla Correia

Terapeuta Holística, Mestre Reiki
Psicoterapeuta Reencarnacionista

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O EFEITO SOMBRA




A sombra é um termo utilizado na psicologia para definir nosso lado oculto, nossos defeitos, nossos medos, complexos, aquilo que acreditamos ser feio e escondemos dos outros. É aquilo que não queremos ver, o lado negro, uma energia que nos prejudica, sentimos a sombra como uma parte negativa da nossa personalidade.

São aspectos de nós mesmos que tentamos a todo custo negar, esconder e este não é o melhor caminho, esconder a sombra é o mesmo que deixa-la na escuridão, quando o que nos ajudará, será traze-la para a luz, ou seja, ter consciência do nosso lado negro, de nossas sombras, pois só assim poderemos crescer.

Não podemos simplesmente ignorar esse lado e esconde-lo. Precisamos trabalha-lo, não adianta bater de frente, ir contra essas características que tentamos a todo custo esconder, precisamos aceitar esse lado, aceitar nossos “defeitos”, nossas dificuladades, nossos medos e complexos.

Conhecemos boa parte desse lado negro conscientemente e escondemos tais características que achamos feio ou não gostamos dos outros e uma outra parte que inconscientemente negamos saber. Um caso clássico de negação é a inveja, o preconceito, a maldade. "Eu não sou invejoso, eu não sou preconceituoso, eu não sou mau".

A formação da sombra ocorre paralelamente ao desenvolvimento do ego. O que não combina com o desenvolvimento do nosso "ego ideal" , nosso pensamento idealizado do ser, aquilo que desejamos ser, que pensamos que é o certo, o mais bonito, o mais humano, etc. Esse pensamento é reforçado pela família, cultura, sociedade.

“Menino, não fala isso que é feio, não faz aquilo que é mais feio ainda”.
“Não fale, não faça, não pense, não sinta”.


Tudo que escondemos conscientemente e até inconscientemente para nos sentir amados, aceitos, sociáveis, de acordo com aquilo que idealizamos do nosso ser perfeito, torna-se a sombra.

Quando enxergamos a sombra e trabalhamos com ela, ao invés de ir contra, brigando ou negando-a, começamos o processo de mudança.

Quando na escola realizávamos uma equação matemática e errávamos no resultado final, tínhamos que voltar do começo e descobrir onde estava o erro, às vezes fazíamos o cálculo novamente e errávamos no mesmo ponto, não enxergávamos onde estávamos errando. Um amigo ou a professora nos auxiliava a identificar esse ponto.

A sombra é esse ponto, pois é isso que nos impede de crescer, é ela quem trapaceia nossos objetivos. Um psicólogo pode te ajudar como a professora te ajudou um dia, MAS, estamos num momento onde tudo favorece que nós mesmos descubramos e reconheçamos nossas sombras.

Estamos entrando na luz, uma parte da galáxia já se banha nela, uma época apocalíptica(revelação), lembra?  Não são só as conspirações, as manipulações, as mentiras que serão reveladas. Tudo está acontecendo no individual e no coletivo. Nossas sombras desejam sair, elas vão aparecer com a ajuda dessa luz. O Universo conspira a nosso favor, está nos ajudando, estamos saindo das trevas para ser banhado por luz. A galáxia está saindo das trevas para entrar na luz. Nós precisamos conhecer e aceitar nossas trevas para receber a luz.

Então, vamos entender mais sobre nossas sombras:

O Ego esconde tudo que cremos e o que não aceitamos em nós e para cumprir essa tarefa ele construí uma máscara (ou várias) para provar aos demais que não temos tantos defeitos, que não somos tão inferiores, sem valor e como podemos temer quem somos.
Para ocultar, criamos um personagem com pacotes que cremos que nos trará mais amor, atenção e aceitação que tanto desejamos.

Criamos máscaras que achamos que nos levará onde queremos e essas máscaras tem várias formas. As partes que escondemos de nós mesmo e dos outros, julgadas erradas por nós está gritando para sair, para ser livre, aceita e amada como parte valiosa do que somos.

Precisamos identificar quais são nossas sombras e aceita-las. A melhora e evolução é conseqüência desse primeiro passo.

Quando julgamos alguém, estamos refletindo o que somos nos outros, estamos julgando algo em nós mesmos. Pense bem, já vivemos milhões de vidas, nossas sombras não escondem apenas o que somos hoje, escondem aquilo que achamos imperfeito há milênios. Existem resquícios mal trabalhados em nós há muito tempo.

Por exemplo, pessoas muito moralista, que não aceitam mudanças, sexo antes do casamento, que julgam ou agridem homossexuais na rua ou dentro de suas casas, são sombras que ainda não foram trabalhadas.

Quantos homens extremamente moralistas, bem casados, com lindos filhos, posição machista para o mundo, não se encontram as surdinas com outros homens? A maioria são homens que COMBATEM o homossexualismo com afinco. É um exemplo extremo, não exagerado, mas que nos auxilia a compreender um tipo de sombra extremista.

É o caso de alguém que tenta destruir a tentação do mundo exterior quando essa tentação está no mundo interior, inconscientemente sabemos que o perigo real está no seu mundo interior. É por isso que ocultamos na sombra.
Em vez de aceitar e reconhecer que nem tudo é negativo, e se animar com pensamentos positivos, a sombra te anima a resistir e se resistir ela persistirá.

Combater não é o caminho, mas sim a aceitação.


Nos projetamos nos outros, por isso há tantos ensinamentos que falam sobre não julgar, mas pense, para não julgar precisamos nos lapidar antes, continuaremos a julgar enquanto nos projetarmos no outro. Por isso as pessoas julgam tanto, só vamos parar de julgar quando não mais refletirmos aquilo que achamos horroroso em nós mesmos, que não aceitamos. Quando apontamos o dedo, três deles apontam em nossa própria direção. 

“Se você não se ocupar da sua sombra, ela se ocupará de você”.

Temos que desenterrar e reconhecer em nós tudo que está nos causando dor e quando fizermos isso, nossa própria consciência se prestará ao serviço no processo de transformação. Não é combater e sim identificar.

Precisamos ser capazes de reconhecer e expressar todo tipo de dor, se não fizermos isso, essas emoções contidas, se alojarão no corpo e nos fará reagir inconscientemente. As doenças do corpo estão intimamente relacionadas com suas emoções e bem ou mal estar. São as expressões da alma.

Pensar que a saúde está separado de suas emoções está errado, estão mais que conectados.

A obesidade, a diabete, enfermidades do coração, câncer, são todos resultados de moléculas inflamatórias crônicas não processadas, em paralelo com o mundo psicológico, emocionais e experiências.

Cada um de nós está sob um nível de stress, que nos afetam de acordo com nossos filtros, mas não é o que comemos ou bebemos que nos intoxicam, o mais intoxicante são os mesmos pensamentos e emoções que se arrastam por anos.

Nossa cultura nos diz o contrário, entra em jogo a hereditariedade, as fraquezas do corpo de cada um, mas são nossos pensamentos e emoções que afetam os orgãos do nosso corpo.

Reprimir nossas emoções pode parecer uma solução, mas estamos apenas escondendo em outro lugar.

Você é seu maior amigo ou inimigo.



Em todas as situações boas ou ruins, estamos sempre aprendendo.
Duas pessoas podem passar por uma mesma situação de um nível extremo, mas assimilam de forma completamente diferente. A morte de entes queridos, guerras, abandonos, problemas financeiros...
Algumas seguem suas vidas de forma extraordinária, enquanto outras se vêem presas naquela situação e não seguem adiante.


 
Tudo se baseia no amor...porque estamos aqui para dar e receber amor.
Se você não enfrentar a sua escuridão nunca encontrará a luz.

E não adianta pensar que você não tem uma sombra, não é uma doença patológica, todos temos. É o medo que não deixa enxergar.

Carl jung denonimou a sombra, como a pessoa que preferimos não ser.


Enfretar a escuridão é aceitar o que somos, aquilo que não gostaríamos de ser mas somos. E o único meio de estarmos em harmonia com o que somos é perdoando.


Perdoe-se! Só aprendemos a perdoar o outro quando aprendemos a nos perdoar.

O perdão nos liberta.

Converse consigo mesmo, nós conseguimos identificar o que está nos causando dor, o que estamos sufocando dentro de nós, converse com seu ego, não lute contra aquilo que você não quer ser, aceite. 
O processo seguinte é fácil, a natureza toma seu curso, identifique suas sombras e perdoe, a mudança de comportamento é conseqüência, essa é a chave para evolução, unir vontade e ação.

Nossa capa exterior, nossas máscaras, nos protegem do mundo, mas nosso verdadeiro tesouro se esconde dentro de nós.


Nosso medo mais profundo não é que somos inadequados, mas que somos imensamente poderosos. É nossa luz e não a escuridão que nos assusta, por isso tantos ainda estão presos a arquétipos. Ver a luz no outro é mais fácil que ver a luz em si mesmo.

Você precisa identificar, se assumir, se adaptar as mudanças que quer realizar. Você só precisa ser você!

“O ouro que procuramos se encontra na obscuridade”.

 

Eu me perdôo por não amar o suficiente
Eu me perdôo por pensar que sou estúpido
Eu me perdôo por me sentir inferior
Eu me perdôo por beber demais
Eu me perdôo por comer demais
Eu me perdôo por odiar meu corpo
Eu me perdôo por não fazer o que penso
Eu me perdôo por gritar com meus filhos
Eu me perdôo por...

SEU DESAFETO É SEU ESPELHO?


Entendendo o nosso lado sombra

por: Vivi Draghetti

Muitas vezes estamos inseridos em um ambiente familiar, profissional, pessoal e acreditamos que somos um estranho no ninho, que não merecíamos ali estar.

Por que estou nesta família que não pensa em evolução espiritual?

Por que trabalho com pessoas que não dedicam-se à espiritualidade e estão totalmente adormecidas?

Por que deste relacionamento?

Por que será que meus projetos não andam, não se finalizam?

Por que ainda não consigo realizar meus desejos, se estou no caminho certo, indo ao encontro da minha missão pessoal?

Mas será que realmente estamos mesmos tão diferentes das pessoas a nossa volta? Somos um estranho no ninho ou estamos unidos pelo estado vibracional atual? Será que os pensamentos, emoções, sentimentos, atitudes não se confundem?

Ora, sabemos que semelhante atrai semelhante e as pessoas a nossa volta são nossos espelhos, que nos mostram as falhas, medos, inferioridades de nossa personalidade, ou seja, revelam nosso Eu Oculto, que precisa ser trabalhado e eliminado.

Vamos parar um instante, deixar o ego e o orgulho de lado e começar a perceber que o que não apreciamos nos outros, na verdade são nossos próprios desafios. Claro que de início essa análise pode parecer insensata, mas se olharmos com sinceridade, verificamos que é a pura realidade.

É fato que estamos inseridos em um determinado ambiente por nós escolhido antes de vir para esta existência e permanecemos presos a dadas situações em função de nosso nível vibracional.

O que fazer então?

Primeiramente, precisamos aceitar nosso Eu Oculto, compreender as inferioridades de nossa personalidade congênita, entendendo que temos uma parte sombra sim. Por este motivo estamos aqui, para curar esse Eu Inferior que tanto negamos.

Não é feio aceitar que sentimos raiva, que somos egoístas, sentimos medo, tristeza, desânimo e as inferioridades (defeitos, como gostamos de dizer) dos outros, podem sim fazer parte de nós.

Toda vez que sentirmos algo negativo por outra pessoa entendamos que aquilo é nosso, é o que sentimos também. Nunca é o outro, é sempre nós. A pessoa que nos desperta sentimentos inferiores é um auxiliar, pois nos mostra o que temos que curar.

Pensemos naquele colega de trabalho que é negativo, que só fala em tragédias, está sempre deprimido. Será que não somos um pouco parecidos? Será que no contato com ele, não nos comportamos da mesma maneira? Não apagamos nossa luz para nos igualar e ele? Será que ainda não permitimos que o psiquismo do ambiente de trabalho nos influencie de forma perniciosa?

É muito provável que as inferioridades destes colegas também sejam as nossas, mas fingimos não vê-las. Não pense que negar o Eu Oculto é mais fácil, ao contrário, é doloroso, pois nos deixa estagnados.

Da mesma forma é a família. Quando não suportamos alguns comportamentos e atitudes de nossos pais, parentes, irmãos, será que não agimos da mesma forma em algumas situações? Será que sem que percebamos não temos algumas crenças negativas gravadas em nossa memória celular idênticas? Não é por acaso que estamos nesta família terrena.

Mas, por que é tão difícil compreender o Eu Oculto dos outros e aceitar que são nossos espelhos?
Por qual motivo em momentos difíceis somente conseguimos perceber os pontos fracos das pessoas a nossa volta?
Por que será que em momentos da nossa vida, parece que todos estão errados, estão cheios de inferioridades e somente nós somos os perfeitos?

Por qual razão é tão fácil julgar, mas difícil entrar em contato com nossa essência para verificarmos a causa destes sentimentos que nos perturbam?

Uma palavra é a resposta para estas perguntas: EGO. O ego nos afasta de nossa verdadeira essência e de nossa missão pessoal, fazendo-nos crer que estamos sempre certos. O ego gera o medo da crítica e do julgamento pessoal e alheio. O ego, grande amigo do Eu Oculto, gera ilusão e faz com que esqueçamos de perdoar o próximo e a nós mesmos.

Então, se percebemos que muitas atitudes nossas decorrem do ego, passamos a aceitar o Eu Oculto e é mais fácil eliminá-lo, pois somente quando tomamos consciência do nosso lado sombra é possível curá-lo. E compreendendo o lado sombra, veremos também novas potencialidades brotarem de nossa essência, pois daremos mais ênfase a Luz Interior.

O próximo passo, após a conscientização, é fazer algo para modificar tal situação. Bom, se eu passo a entender que estou diante de meus espelhos, preciso modificar o que estou sentindo, pensando, falando, pois somente assim haverá um afastamento.

E não há dúvidas que modificando nosso nível de consciência, passamos a vibrar de maneira diferente às pessoas que estão atualmente próximas, ocorrendo o afastamento.

Mesmo na hipótese de um resgate cármico, quando um dos envolvidos modifica a consciência e compreende algumas questões, este segue seu caminho, pois o afastamento é natural e sem dor.

Quem é muito diferente energeticamente, ou seja, quem vibra de forma oposta, não permanece junto.

Claro que não vamos nos afastar permanentemente de nossa família, por exemplo, mas pode ocorrer de mudarmos de casa, de cidade, e tocar nossa vida de forma mais leve.

Somente atraímos o que está na mesma freqüência e quando vibramos no medo, no pessimismo, na raiva, mais pessoas e situações assim atrairemos. Ao contrário, quando emanamos vibrações positivas, nos aproximamos de pessoas e situações que assim estão.

Então, vamos aceitar o nosso Eu Oculto, perceber que não somos um estranho no ninho, mas nós mesmos, devido ao nosso nível conscencial e vibração atual, nos ligamos a determinadas situações e pessoas.

Vamos fazer as mudanças necessárias para que nos tornemos um imã que só atrai coisas, pessoas e situações favoráveis. Com isso, passaremos a admirar nossos espelhos.

Por: Viviane Draghetti